[Resenha] Todos, nenhum: simplesmente humano

06:42:00

Oi, 
eu sou o Filipe.

 Se liguem na minha resenha de 'Todos, nenhum: simplesmente humano', do Jeff Garvin.


 Título Original: Symptons of Being Human
 Autor(a): Jeff Garvin
 Tradução: Guilherme Miranda
 Publicação no Brasil: Editora Plataforma 21
 Ano de publicação: 2017
 Páginas: 400











“A primeira coisa que você vai querer saber sobre mim é: sou menino ou menina?”


 Já pretendia fazer uma resenha sobre este livro muito antes de lê-lo. Eu o encontrei enquanto lia o jornal. Na verdade, ele me encontrou, não o contrário. Foi como se ele tivesse me escolhido.
 Há outros livros que li antes deste. Talvez eu devesse ter escrito sobre eles primeiro. Mas este trouxe uma mensagem legal. De alguma forma quero passar isso adiante.

 “Estou preocupado com o que os outros colegas vão pensar”. É o primeiro e o mais sombrio pensamento que todos têm ao encarar um novo colégio, com um monte de pessoas desconhecidas. Para Riley Cavanaugh, é aterrorizante.
 Riley é tão comum como alguém que gosta de Harry Potter, Ramones e comida vegetariana. É um ser humano valente, perspicaz, rebelde e gênero fluido. Em alguns dias, acorda se sentindo uma garota, em outros, como um garoto. A questão é: quase ninguém sabe disso.
 Lutar contra ódio e o preconceito das pessoas em um lugar onde se acredita que a diversidade deve prevalecer pode ser bem complicado, mas não é impossível. Riley busca sua forma de combater isso.
 Então, Riley decide seguir os conselhos de sua terapeuta. Começa a expressar seu ‘eu’ em um blog anônimo, onde encontra uma causa pela qual lutar, um refúgio e pessoas em comum. Mas de algum modo alguém acaba descobrindo sua verdadeira identidade e ameaça revelá-la.
 Em alguns momentos da vida, precisamos tomar uma decisão maior do que nós mesmos. Como naquelas cenas épicas que encontramos nos filmes de super-heróis, ou até mesmo em um romance água com açúcar.
 Riley precisa escolher entre “sair do armário” de vez, ou abandonar suas conquistas e tudo aquilo que acredita. O que decidir definirá sua vida para sempre.

 Para terminar, confesso que foi um grande desafio contar um pouco sobre um personagem sem usar os pronomes 'ele' ou 'ela'. Em momento algum Jeff Garvin revela se Riley é garoto ou garota, biologicamente. Gostei dessa mensagem que o autor quis transmitir. Saber isso é o menos importante na história, pois ela reflete coisas muito maiores.

Abraço,
e até a próxima, pessoal.



























  

  

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